Na maior edição da história das Copas, todo mundo quer ir bem vestido. Das 48 seleções que vão disputar a competição, seis vagas ainda vão ser preenchidas na repescagem. Quem já está com o passaporte carimbado, bem de boas, tem feito o lançamento de seus uniformes oficiais.

A camisa azul da Seleção Brasileira inovou ao trazer a parceria com a Jordan Brand. O icônico logotipo Jumpman aproxima o torcedor da imagem de um dos maiores atletas de todos os tempos. Na resenha com os amigos, já ouvimos alguém largar essa: “Michael Jordan é o Pelé do basquete’’. E, como o basquete é o esporte mais popular dos EUA, o Brasil vai chegar na Copa com carisma e conectado com a cultura local. 

O marketing do Jumpman foi um golaço. Mas, apesar de jogar em casa, a Nike não está na dianteira como a maior fornecedora. Das 42 seleções classificadas, 34 têm patrocínio das três gigantes de material esportivo: Adidas, com 13 equipes; Nike, com 11; e Puma, com 10. Com transmissões ao vivo que podem atingir 1 bilhão de pessoas simultaneamente, essa disputa publicitária é uma Copa à parte.

As outras oito seleções carregam marcas de menor escala, mas conhecidas pela galera: Irã (Majid), Jordânia (Kelme), Uzbequistão (Jako), Equador (Marathon), Panamá (Reebok), Haiti (Saeta), Cabo Verde (Tempo) e Tunísia (Kappa). 

Deve ser da hora estar nessa vibe de fazer as malas, escolhendo os looks para curtir o verão norte-americano. Já cadastrei várias tampinhas e anéis de latas na promoção da Coca-Cola. Vai que a sorte me dê um passe tipo os do Ronaldinho Gaúcho. Futebol tem que ter gana (mesmo com pouco futebol). O grito da torcida já pegou: Vai, Brasa! 

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