Uma parada que não é tão legal quando se mora sozinho é esquecer a toalha. A única opção é sair do banho e molhar a casa. Faz parte da aventura.
Desde que comprei o livro Só Pra Um, da Rita Lobo, não cheguei perto do fogão. Eu gostaria de aprender um pouco mais sobre cozinha e cozinhar. Apesar de esses dias eu ter queimado a pipoca de micro-ondas, bah! Depois dessa, na verdade, é melhor manter o cutelo pendurado.
Deu pra sentir o cheiro de terra molhada hoje de tarde, antes de começar a chover. O outono começou quente. “Noites quentes com chopinho gelado têm que ser agora”, escrevi num copy pro Madre essa semana. Pra quem gosta de madrugada, uma noite quente é como se o sol não fosse embora.
Hoje cantei parabéns pra minha avó Nita, ela fez 90 anos.
Sou o que sou e ninguém vai me mudar. Acho que essa frase ouvi numa música. É preciso ser otimista. E sempre encontro otimismo quando tô ouvindo música. Hoje brisei numa do Charlie Brown:
Eu sou aquele vento que a tua tenda derrubou
Aquela droga forte que você tomou e pirou
Aquele portal que você nunca atravessou
E que você nunca, nunca vai conseguir
Superar
Cria de rua sagaz
Não se deixa controlar
Arredio
Pronto pra voar
Quem é real sabe o que faz e pode até te ensinar
Foi da hora.

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